| Terça-feira, Agosto 26, 2008 teste:: Profanado por Rafael Marçal | 15:36| Quinta-feira, Fevereiro 22, 2007 Conhecem Franco Costanzo?Primeiro ele é goleiro, segundo ele é doido, terceiro ele não sabe nem que é doido nem que é goleiro: Assistam! :: Profanado por Rafael Marçal | 10:17| Domingo, Dezembro 31, 2006 Vídeo completo da Execução de Saddam Hussein
:: Profanado por Rafael Marçal | 19:22| Sexta-feira, Dezembro 15, 2006 Terça insanaVocê precisa entrar no YouTube agora e pesquisar alguns vídeos sobre a Terça Insana. É um projeto de alguns humoristas, liderados por Mansfield, de Stand Up comédia. Nunca ouviu falar em Stand Up Comédia? Nunca Ouviu falar na Terça Insana? Clica no play então, esse vídeo vale mais do que uma hora no google pesquisando! :: Profanado por Rafael Marçal | 21:49| Segunda-feira, Dezembro 04, 2006 Bengalas - BoasGervásio, Tarcísio e Rolando, um trio de aposentados muito simpático, os Bengalas - boas (foi assim que os três se auto batizaram), jogam conversa fora na praça da igreja a tarde toda. Seu Gervásio nunca fica sem assunto, apesar de sua vida não ser das mais agitadas ele sempre tem uma história para contar, seja ela acontecida ou inventada, tendo ele como protagonista ou um simples narrador. Já o Tarcísio é hipocondríaco, quando alguém lhe pergunta: Tudo Bem?, ele responde com toda a franqueza que Não e se insistirem no assunto vão ter que agüentar o velho falando das mais incríveis anomalias e seqüelas. Ele possui todas as doenças do mundo, pega a doença só de ouvir falar. O Sr. Rolando é um velho que carrega a simpatia do trio nas costas, conhece todos na cidade, mas dizem que sua maior qualidade é tolerar Gervásio e Tarcísio. Estão os três num banco da praça jogando damas, Rolando versus Gervásio com os comentários e palpites de Tarcísio: _ Gervásio, larga de ser burro e joga direito! _ Esbraveja Tarcísio. _ Cala boca! _ Retruca Gervásio. _ Isso aqui não é jogo da velha, tenho que pensar! _ Hi hi hi hi! _ Se diverte Rolando. _ Se você demorar mais um pouco eu terei um ataque do coração. _ Exagera Tarcísio. _ Estou pensando, quanto mais você cacareja na minha cabeça mais eu demoro a jogar. _ Hi hi hi hi! _ Mas é a primeira jogada, Cristo! Joga logo! _ Cala boca! Vai ver se eu estou na esquina. _ Vai Gervásio, não liga para o Tarcísio e joga. _ Não sei porque pensar tanto, tu vais perder mesmo. _ Tarcísio, pega um termômetro e vai medir a temperatura do teu rabo. Pronto joguei. _ Até que enfim. Nisso passa por ali Patrícia, uma moça muito educada e gentil, cumprimenta os três e segue sem parar, Rolando comenta: _ Boazinha essa moça, né? _ Boa... _ Concorda Gervásio. _ Boa é a mãe dela. _ Diz Tarcísio. _ Careca desse jeito, você só provocaria risos nela. _ Provoca Gervásio. _ Careca, mas meu pinto ainda sobe, em você a única coisa que sobe é a pressão. _ Nunca ouviu falar em viagra? _ Não preciso dessas coisas. _ Não é você que adora remédio? _ Eu sou doente, é diferente! _ Ih, começou. _ Sua vez, Gervásio. _ Interrompe Rolando. _ Vai logo que eu tenho dentista daqui a pouco. _ Você usa dentadura, que vai fazer num dentista. _ Disse, intrigado, Gervásio. _ Vou trocar a perereca. A nova tem caninos salientes e é branca como a neve. _ Fresco, velho e fresco. _ Vaidoso, é diferente! _ Eu conheci um velho que perdeu a dentadura de maneira trágica... _ Lá vem o Gervásio com as histórias dele, essa é mentira também? _ Acontecida em meados de agosto de 78 em Santana do Curralinho! _ Então conta. _ Tudo bem. Era o enterro de um cara muito querido na cidade. Todos queriam prestar uma última homenagem ao falecido, mas esse meu amigo tomou a palavra, dizia que era um prejuízo para a família, para a cidade, para a humanidade, que a morte do cara era praticamente o apocalipse e tudo, muito exaltado, ele falava como que num palanque eleitoral e numa dessas esbravejadas sua dentadura cai no buraco do caixão, com a boca murcha ainda tentou recuperá-la, mas já estavam jogando a terra por cima, então, num surto de criatividade disse: _ Leve contigo meu último sorriso. _ Pára de mentir, Gervásio. Isso é piada não é história. _ Contesta Tarcísio. _ Juro por Deus, acontecido mesmo. _ Mas que é engraçado é. _ Diz Rolando. _ Você sempre o defende, né Rolando? Vocês podiam montar uma dupla sertaneja: Gervásio e Rolando, ou Pinóchio e Rolando... Deitando e Rolando. _ Hi hi hi hi! _ Acha graça Rolando. _ Tarcísio, não se monta dupla sertaneja, monta-se cavalo, égua, burro, enfim sua família em geral. _ Parem de brigar! Cacete! _ Pôs ordem Rolando. _ Não grita que eu tenho o tímpano esquerdo furado. _ Disse Tarcísio. _ Na segunda guerra um companheiro disparou por acidente a arma perto do meu ouvido esquerdo, quase fico surdo deste ouvido. _ Por falar em surdo, alguém viu o Tertuliano? Ele sumiu faz um tempão. _ Muda de assunto, sutilmente, Rolando. _ Ele sempre passava por aqui de tardezinha. _ É... _ É... _ Pois é... E assim eles passam a tarde toda, brigando, implicando, inventando, provocando e não se cansam dessa vida de não ter papas na língua. :: Profanado por Rafael Marçal | 17:20| Quinta-feira, Outubro 05, 2006 Coisas que a gente só vê no ORKUTEu odeio pessoas folgadas, que pedem algo antes mesmo de tentarem fazer por si só. Tem uma comunidade só pra crucificar esses caras preguiçosos e olhando num dos posts vi um cara pedindo para o povo fatorar a seguinte expressão: a^4 + b^4 + c^4 -a²b² - a²c² - b²c² Alguns já começaram a xingar né, mas não é que um cara respondeu tudo e ainda coloriu pra ficar mais fácil de compreender!? Vejam: Clique aqui pra ver a resposta! :: Profanado por Rafael Marçal | 15:44| Quinta-feira, Setembro 28, 2006 MEO DEOZQuando a gente pensa que não é possível, vem a internet e contraria... Casal surdo e mudo se casam... Após namoro pela Internet :: Profanado por Rafael Marçal | 20:22| Terça-feira, Setembro 19, 2006 Verbos novos e horríveisRicardo Freire Não, por favor, nem tente me disponibilizar alguma coisa, que eu não quero. Não aceito nada que pessoas, empresas ou organizações me disponibilizem. É uma questão de princípios. Se você me oferecer, me der, me vender, me emprestar, talvez eu venha a topar. Até mesmo se você tornar disponível, quem sabe, eu aceite. Mas, se você insistir em disponibilizar, nada feito. Caso você esteja contando comigo para operacionalizar algo, vou dizendo desde de já: pode ir tirando seu cavalinho da chuva. Eu não operacionalizo nada para ninguém e nem compactuo com quem operacionalize. Se você quiser, eu monto, eu realizo, eu aplico, eu ponho em operação. Se você pedir com jeitinho, eu até implemento, mas operacionalizar, jamais. O quê? Você quer que eu agilize isso para você? Lamento, mas eu não sei agilizar nada. Nunca agilizei. Está lá no meu currículo: faço tudo, menos agilizar. Precisando, eu apresso, eu priorizo, eu ponho na frente, eu dou um gás. Mas agilizar, desculpe, não posso, acho que matei essa aula. Outro dia mesmo queriam reinicializar meu computador. Só por cima do meu cadáver virtual. Prefiro comprar um computador novo a reinicializar o antigo. Até porque eu desconfio que o problema não seja assim tão grave. Em vez de reinicializar, talvez seja o caso de simplesmente reiniciar, e pronto. Por falar nisso, é bom que você saiba que eu parei de utilizar. Assim, sem mais nem menos. Eu sei, é uma atitude um tanto radical da minha parte, mas eu não utilizo mais nada. Tenho consciência de que a cada dia que passa mais e mais pessoas estão utilizando, mas eu parei. Não utilizo mais. Agora só uso. E recomendo. Se você soubesse como é mais elegante, também deixaria de utilizar e passaria a usar. Sim, estou me associando à campanha nacional contra os verbos que acabam em "ilizar". Se nada for feito, daqui a pouco eles serão mais numerosos do que os terminados simplesmente em "ar". Todos os dias, os maus tradutores de livros de marketing e administração disponibilizam mais e mais termos infelizes, que imediatamente são operacionalizados pela mídia, reinicializando palavras que já existiam e eram perfeitamente claras e eufônicas. A doença está tão disseminada que muitos verbos honestos, com currículo de ótimos serviços prestados, estão a ponto de cair em desgraça entre pessoas de ouvidos sensíveis. Depois que você fica alérgico a disponibilizar, como vai admitir, digamos, "viabilizar"? É triste demorar tanto tempo para a gente se dar conta de que "desincompatibilizar" sempre foi um palavrão. Precisamos reparabilizar nessas palavras que o pessoal inventabiliza só para complicabilizar. Caso contrário, daqui a pouco nossos filhos vão pensabilizar que o certo é ficar se expressabilizando dessa maneira. Já posso até ouvir as reclamações: "Você não vai me impedibilizar de falabilizar do jeito que eu bem quilibiliser". Problema seu. Me inclua fora dessa. :: Profanado por Rafael Marçal | 13:58| Domingo, Julho 23, 2006 Herói? O Brasil precisa de mais que isso!Imaginemos São Paulo capital uma Manhattan, só o Homem Aranha não daria conta, ele teria que pagar propina para poder escalar os arranha-céus, teria que ter um advogado fudido pra não ir preso por vandalismo e por aí vai. Agora imaginemos Brasilia como Metrópolis (legal os nomes de cidades em Superman, Metrópolis, Pequenópolis (vulgo Smallville)) de que adiantaria nosso homem de aço ter visão de raio-x para ver as mutretas no plenário sabendo que daria no máximo uma CPI e ninguem preso... O Batman ia se ferrar no Rio de Janeiro, iriam roubar o batmóvel, adulterar o número do chassi, o PCC sequestraria o mordomo dele e exigiria que ele voltasse pra gotham city rapidinho. Os X-men não durariam uma semana na febem, nem o Professor Xavier disciplinaria aquelas "crianças". Herói no Brasil, só a Super Nanny mesmo. :: Profanado por Rafael Marçal | 23:47| Quinta-feira, Junho 01, 2006 Kiko PsyFonte: sedentário e hiperativo :: Profanado por Rafael Marçal | 21:30| |
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Rafael Marçal - 2006 |
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